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O CEP também pode definir o tratamento de câncer

  • secuidapreta
  • há 6 dias
  • 1 min de leitura

Algumas pessoas estão discutindo o futuro da oncologia, outras ainda lutam para conseguir chegar ao básico.


Close-up view of a support group meeting for women discussing cancer experiences
Close-up view of a support group meeting for women discussing cancer experiences

Enquanto uma parte do país fala de biópsia líquida, painel genético e medicina de precisão. Em outra parte, ainda precisamos falar de: acesso à atenção primária, exames de rotina, diagnóstico no tempo certo, acompanhamento depois do tratamento e informação para cuidar da própria saúde.


E não precisa atravessar o Brasil para sentir essa diferença. Às vezes, o CEP que interfere no cuidado está dentro da própria cidade. O bairro onde você mora pode significar mais ou menos acesso a uma unidade de saúde, exames, especialistas, transporte, informação e acompanhamento.


O problema não é tecnologia. É desigualdade. A gente precisa falar de inovação. Mas não dá para construir o futuro da oncologia deixando parte da população presa ao básico que ainda não chegou. Não é escolher entre tecnologia e atenção primária. É garantir que o básico funcione para todo mundo enquanto a ciência avança.


E o que a gente faz com essa desigualdade? É preciso levar acesso, informação, profissionais, diagnóstico e cuidado para onde eles ainda faltam.


Tecnologia de ponta não pode ser privilégio de CEP. Saúde de qualidade também não.


Se cuida, preta.


Se você ou alguém que você conhece está enfrentando o câncer, não hesite em buscar apoio. Juntos, podemos fazer a diferença.

 
 
 

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